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A partir do século XV, os portugueses aventuraram-se no Atlântico com um novo tipo de navio de proa alta, com vela móvel e triangular - a caravela -, que melhorava as condi&cccedil;ões para enfrentar o mar em todas as latitudes.
Em 1487, a esquadra de Bartolmeu Dias dobrou o antigo Cabo das Tormentas, depois denominado Cabo da Boa Esperança, no extremo sul da Àfrica.O caminho marítimo para às Ìndias estava descoberto.
Cristóvão Colombo, um italiano a serviço da coroa espanhola, seguiu para o Ocidente, descobrindo a América em 1492. Essa descoberta resultou em uma disputa internacional entre Espanha e Portugal, que acabou sendo resolvida pelo Tratato de Tordesilhas, em 1494: o mundo foi dividido entre espanhóis e portugueses.
O reino de Portugal voltou-se para o além-mar, que imensas riquesas lhe deveria trazer. Duas grandes expedições militares foram enviadas para o Oriente: a de Vasco da Gama, em 1497, e a de Pedro Álvares Cabral, em 1500.
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Os povos indígenas, após conhecerem melhor as intenções dos portugueses, resistiram com bravura à ocupação colonial.
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O resultado do primeiro século de contatos com os europeus foi o massacre dos povos indígenas do litoral brasileiro.
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Quase todas as ordens religiosas aceitaram, sem resistência, o papel de amansadora de índios para a incorporação na força de trabalho ou nas expedições armadas da colônia. Os Jesuítas, porém, arrependidos de seu papel inicial de aliciadores de índios para os colonos, inspirados na experiência dos seus companheiros paraguaios, quiseram pôr em prática, também no Brasil, um projeto utópico de reconstrução intencional da vida social dos índios destribalizados. As missões ou reduções jesuíticas, mais tarde seriam o alvo preferencial das bandeiras.
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As "Guerras Guaraníticas"
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A penetração no interior do Brasil